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Ações voluntárias na prevenção do crime



Precisamos aproveitar todos os espaços para inocular na sensibilidade humana a idéia de se evitar um crime, assim como fazem com os programas governamentais de esclarecimento e chamamentos da população, a exemplos dos agentes de saúde e as campanhas de vacinação, de combate ao fumo e às drogas, de prevenção à AIDS pelo insistente uso da chamada camisinha, mas, que tem o nome técnico de “condor”, de combate aos acidentes de trânsito, pelas diretas já, pela prevenção do câncer, de combate à cárie, de doação de sangue e de órgãos humanos, pelo impichtmam, pela anistia dos crimes políticos, pela privatização, pela desestabilidade do servidor público e de tantas outras iniciativas que satisfazem a uns e a outros, que, de certa forma, até contrariam interesses justos. Esta discussão com o objetivo de deixar as pessoas conscientes de que devem também se esforçar para não cometerem delitos deve ser uma preocupação constante e geral de setores governamentais e de outras instituições diversas, explicando a realidade nua e crua das suas conseqüências e suas nefastas extensões às famílias, logo após a pratica do fato criminoso, de modo que possam ser fornecidas todas as informações necessárias para que as pessoas se mantenham livres, fazendo com que cada cidadão procure se envolver no próprio manto protetor da sua consciência e promissor de uma vida futura com maiores realizações pessoais, ao lado da tranqüilidade e afastado do crime. Todos devem ter o entendimento de que o delito sempre será um problema para quem pratica e jamais será a solução para as dificuldades do dia-a-dia. A exemplificação pela propaganda governamental de fatos verdadeiros identificados na vida real, o poder da mídia, o marketing em geral, as publicações diversas, tudo pode contribuir para uma grande reflexão e manter as pessoas mais sociáveis.
Igualmente podem ser eficazes na redução dos pequenos crimes a força da palavra nas abordagens e nos cultos religiosos, as colocações das pessoas que exercitam chefia e lideranças diversas, as expressões literárias populares, principalmente infantis, de cordel, de entretenimentos e tantos outros canais de comunicação que possam interferir e interagir no cotidiano das pessoas. Temos que ocupar todos os espaços para fomentar os mecanismos da não violência. Se alguém pertence a um segmento que edita um jornalzinho local (periódico) ou ocupa um espaço na mídia, escreva e edite um artigo ou uma frase ou cite um exemplo do belo mesmo ou das conseqüências maléficas pela prática do crime, de sorte que qualquer citação possa servir de exemplo e referência para acordar as pessoas que permanecem adormecidas numa concepção de que podem fazer o que achar conveniente, como se não existisse nenhuma implicação de ordem legal, moral, ética e restritiva de liberdade e da cidadania, entre outras implicações de toda sorte. O crime não interessa à sociedade, nem mesmo a pessoa que o pratica. Se você conhece alguém que tenha propósitos preventivos contra a prática dos delitos, junte-se a ele e faça parceria para minimizar a prática criminosa, não pela repressão, porém pela persuasão e pela conscientização individual ou coletiva de que o crime é qualquer cousa que nunca mais irá deixar o autor sossegado. Depois de um crime, a vida nunca mais será a mesma.
Homens, mulheres e todas as crianças devem ser preparadas para o futuro que espera-nos como resultados das boas práticas no presente, claro, descartando às de má fama. Cada um fará seu caminho e devemos faze-lo o melhor possível, a partir das orientações recebidas. Espiritualmente devemos estar preparados para participar do grande julgamento, quando do juízo final seremos inquiridos das ações terrenas que levamos a efeito, conseqüentemente, da trajetória da vida de cada um.Convictos de que as práticas terrenas podem interferir diretamente como atenuantes ou como agravantes perante a entidade sacra superior, é que devemos mais e mais preocuparmo-nos não só perante o criador, também em relação a todas as criaturas que nos cercam, inclusive, no campo ético, enquanto ocupantes deste planeta e perante aos que fazem cada sociedade. Portanto, para que possamos levar uma vida não de santidade, mas de disciplina consciente e religiosidade em tudo que se faça, precisamos também buscar esclarecimentos e orientações para o nosso melhor comportamento imediato, pois, ninguém, é necessariamente onipotente nem auto suficiente para se conduzir monasticamente por um mundo cheio de adversidades e injustiças, cujas causas, normalmente, geram conseqüências que se transformam em novas causas semelhantes às que lhes deram origem, estabelecendo, muitas vezes, um ciclo vicioso, de difícil inversão, consumindo o que há de mais sagrado nas pessoas - a moral.
Convenhamos, é missão de cada um dirigir-se ao seu próximo e esclarece-lo de que determinadas atitudes que ele está executando ou tende a executar pode constituir-se numa prática infeliz e criminosa, se não se cercar de alguns cuidados próprios ou das formalidades que o fato exige para que se torne legítimo, exeqüível e acatável. Devemos ser voluntários no esclarecimento das medidas que contribuem para se evitar um crime, junto a qualquer pessoa do povo, sobretudo, junto às instituições públicas em geral e às organizações não governamentais. Aborde seu filho, seu pai, seu irmão, seu amigo, seu empregado, seu cônjuge, seu chefe ou alguém de seu relacionamento que esteja ou possa praticar determinado fato que possa se caracterizar um ilícito penal, e que mais tarde, aquilo que, aparentemente, parecia um ato simples, ingênuo e insípido, pode resultar graves conseqüências para o autor e sua família, comprometendo a autoridade de alguém. Se no seu ambiente que participa ainda não houver qualquer referência para alertar as pessoas contra a prática do crime, aproveite para começar do nada, isto é deveras meritório e muitos podem segui-lo e vários serão aqueles que, futuramente, irão agradece-lo.
Será que não seria oportuno, nas nossas conversas ou sermões, quer no plano horizontal ou vertical, expressarmos com temas de interesses gerais, abominar o crime, sugerir adotar outro procedimento, pensar nas tristes conseqüências, esclarecendo a ilicitude dos fatos, cuja execução terá implicações diretas contra a liberdade além de outras penalidades materiais e morais; que nas mesmas penas incorrem que tenha contribuído para a prática de qualquer delito, quer como ajudante, quer como autor intelectual ou noutra forma de parceria, passando a participar do fato delituoso na figura de co-autoria, ao lado do executor. E não adianta querer convencer sua prática ilícita pelo desconhecimento da lei ou por ter sido ingenuamente induzido a fazer algo criminoso que considerava uma prática legal. O desconhecimento da matéria penal não favorece ao autor, portanto, quem incorrer num delito, ainda que saibamos da sua dificuldade de difusão, não encontrará apoio legal que o inocente. Talvez, por exemplo, poucos saibam que provocar “alarmes falsos” não é só uma brincadeira de mau gosto, que muita gente faz anonimamente, provocando insatisfações aos que tomam conhecimento, mais do que uma brincadeira, trata-se de uma contravenção prevista no Art. 41 da Lei das Contravenções Penais, sendo punível com prisão simples de quinze dias a seis meses, ou multa. Tão pior do que a pena é o tempo de andamento do processo, onde as cousas do seu interesse ficam paradas aguardando o desenrolar de todas as diligências processuais, enquanto isto, muito desespero, se não estiver preso preventivo, conforme seja a qualidade do fato. Portanto, é oportuno repetir: aqueles que muito se preocupam em preparar seus rebanhos para a sociedade do futuro ou dirigi-los rumos ao elevado azul infinito, que, igualmente podem prepara-los ao melhor gosto, para que se alimentem agora e aqui mesmo dos melhores exemplos em qualquer ambiente social, ou, no ecológico manto dos campos, enquanto rebanhos ou enquanto pastores.
Ensinar a observar os direitos alheios é demonstrar cuidar dos seus semelhantes. Cuidar de si e de seus semelhantes é alimentar e respeitar a fé, a ética e os princípios legais da sociedade que lhe acolhe. Quem tem paz de espírito, de alguma forma comungo com a idéia de “evite um crime”. Exercite sua humanidade orientando para que alguém não venha perder sua paz por um ato impensado que trará o arrependimento. Crime não é só matar alguém. Ele existe em elevadíssimo número e se relaciona com todas as ações, omissões e atividades de qualquer ser humano, quando praticadas pelo seu inverso. Priorizem a família; valorizem suas liberdades. Participem deste novo ensinamento e viva feliz longe do crime.


Manoel Damasceno





 

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